Uma colisão envolvendo um automóvel e dois caminhões no fim da tarde desta quarta-feira (29) terminou com dois veículos incendiados na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Assis (SP).
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária, o acidente foi registrado por volta das 18h20, no quilômetro 439, no sentido capital-interior.
O carro ficou prensado entre dois caminhões, sendo que logo em seguida teve início um incêndio.
Os motoristas do carro e do caminhão conseguiram deixar os veículos a tempo, sofrendo apenas ferimentos leves.
O trânsito chegou a ser interditado para o atendimento da ocorrência, mas segundo a Polícia Rodoviária foi liberado no início da noite.
Ocorrência foi na Rodovia João Batista Cabral Rennó, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Já em Assis, na Raposo Tavares, foram apreendidos medicamentos abortivos e anabolizantes.
Corpo de Vitor Aurélio Alves da Silva, de 36 anos, foi localizado na manhã desta sexta-feira (24). Confirmação da identidade dele foi feita por meio de exame da arcada dentária.
Peróla Maria foi diagnosticada com Síndrome de Hipoplásia do Ventrículo Esquerdo, cardiopatia é considerada rara. Família da menina mora em Platina (SP) e precisa de R$ 120 mil para realizar o procedimento em SP.
Câmeras de segurança registraram o momento em que dois policiais militares de Ourinhos (SP) executaram um foragido da Justiça por tentativa de homicídio, de 26 anos, mesmo após ele colocar as mãos na cabeça e não apresentar resistência. As informações são da TV TEM.
No vídeo, é possível ver o momento em que Murilo Henrique Junqueira está próximo de uma casa com as mãos na cabeça. Ele anda um pouco, quando é baleado com o primeiro tiro efetuado por um dos policiais, que seria um subtenente da PM de 49 anos, e cai no chão. Na sequência, o PM efetua o segundo disparo (veja o vídeo clicando aqui).
Ainda na imagem é possível ver quando o policial se aproxima do homem, abaixa e efetua o terceiro disparo. O jovem fica agonizando no chão enquanto o outro policial, que seria um cabo de 37 anos, dá um tiro para o alto.
Uma arma foi apresentada na ocorrência pelos policiais, que teria sido usada pelo foragido antes das cenas gravadas pela câmera de monitoramento de uma casa. No plantão, os PMs disseram que agiram em legítima defesa, reagindo a uma ação do criminoso.
Contudo, depois de analisar as imagens, o delegado da DIG de Ourinhos pediu a prisão temporária dos dois PMs envolvidos no caso.
“Ocorre que, com a obtenção das imagens, percebemos que a versão apresentada pelos policiais no plantão, que teria ocorrido legítima defesa, não se sustentava”, diz o delegado Antônio José Fernandes Vieira.
Agora, a Polícia Civil está tentando identificar possíveis testemunhas, vizinhos da vítima, na Vila Operária, para conseguir mais detalhes de como tudo aconteceu.
De acordo com o delegado, a prisão temporária dos policiais pode ser convertida em prisão preventiva, sem um prazo, na conclusão do inquérito.
“A polícia está ouvindo moradores com objetivo de identificar testemunhas presenciais. A possibilidade é grande, inclusive já identificamos algumas. Vamos estabelecer qual foi a participação de cada policial neste evento”, afirmou o delegado.
A Polícia Militar informou que encaminhou o caso, considerado como “conduta inaceitável”, para a Justiça Militar.
“Dada a gravidade das imagens expostas e conduta inaceitável de quem tem o dever de zelar pela legalidade e proteção das pessoas, a Polícia Militar, compromissada com defesa da vida continuará apurando com o rigor necessário e informará à sociedade de todos os atos de investigação decorrentes”, informou a corporação.
Homem morto era foragido da Justiça por homicídio cometido no estado do Paraná — Foto: Reprodução/Câmera de segurança
Mandados expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região foram cumpridos na cidade e também em Maracaí (SP). Contratos foram firmados com duas empresas fornecedoras, cujos valores totais alcançam aproximadamente R$ 2 milhões.
Policiais alegaram que agiram em legítima defesa durante troca de tiros, mas Polícia Civil investigou que o foragido não teria apresentado resistência. PMs foram levados para o presídio militar Romão Gomes.
Pedro Henrique Ricardo dos Santos, de 8 anos, morreu após ficar 4 dias internado em estado grave. Segundo a Polícia Civil, disparo ocorreu quando primo mostrava revólver que estava em casa.