
Os professores cumprem erroneamente, na educação, a função de pai, catequista, padre, pastor, assistente social e, na maioria das vezes, se esquecem do ofício central – ensinar, produzir conhecimento e gerar ideias – que fica para último plano.
A escola tornou-se “shopping social”, onde a maioria das crianças vai para conversar, paquerar, comer, passear e, por fim, quando todas as opções anteriores se esgotam, se sobrar tempo, estudam e produzem saber ou conhecimento.
Não que tudo isso não possa acontecer – conversar, paquerar e socializar – mas, o objetivo principal da escola é o processo de ensino e aprendizagem que, muitas vezes, fica relegado e preterido.
Ultimamente, a educação vem assumindo, também, a característica de “educação hospitalar”, pois, chegando ao ambiente escolar, não é difícil se deparar com recados – como os a seguir descritos – que nos levam a pensar que estamos em uma unidade hospitalar ou de saúde.
Caso a aluna passe mal, dar um copo de soro caseiro. Observação: recomendação médica.
A aluna X, tem epilepsia. Observar constantemente.
O aluno Y está com pressão alta. Observar e ligar para o responsável.
A princípio, pode até parecer ranzinzice, mas não é, trata-se de uma preocupação com a educação.
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