
Uma campanha nacional da Contraf-CUT pressiona para que não hajam mais demissões. Nos primeiros nove meses do ano, o banco espanhol fechou 3414 postos de trabalho, na contramão da economia brasileira, que gerou 1,3 milhão de vagas no período. Entre setembro de 2012 e 2013, a redução foi de 4545 empregos, uma queda de 8,2% no quadro de funcionários.
“Para o banco, as demissões são normais. Mas para nós, bancários, são injustificáveis. O Santander obteve lucro de R$4,3 bilhões até setembro no Brasil, o que representa 24% do lucro mundial, o maior resultado entre todos os países onde o banco atua”, critica o presidente do Sindicato dos Bancários, Helio Paiva Matos.
Com tantas demissões, faltam cada vez mais funcionários nas agências, causando sobrecarga de serviços, assedio moral, estresse, insegurança e adoecimento de bancários, piorando as condições de trabalho e prejudicando a qualidade de atendimento aos clientes. Pioraram até os serviços de limpeza, uma vez que para reduzir custos as agências passaram a ter somente algumas horas de faxina por dia.
“Neste Natal e Ano Novo, os bancários não querem peru, nem panetone e nem lembrancinha do Santander, mas exigem um novo modelo de gestão, com fim das demissões, rotatividade, corte de empregos, terceirizações, metas abusivas e adoecimento de funcionários. Os bancários reivindicam mais contratações, melhores condições de saúde, segurança e trabalho, igualdade de oportunidades e valorização dos aposentados”, finaliza o sindicalista.
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