
“Considerando que as políticas de inclusão educacional de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) divulgadas a partir dos anos 90 em nosso país têm ampliado o número de matrícula desses alunos no ensino regular e no entanto, na mesma proporção, os professores têm reclamado seu sentimento de despreparo para atendê-los, constata-se portanto a necessidade de providências por parte das instâncias formadoras para favorecer a preparação desses profissionais”, está frase está na justificativa do vereador José Luiz Garcia do PT, que solicita possibilidade de início do processo de inclusão educacional de alunos surdos e o reconhecimento da Língua de Sinais e sua regulamentação, pois por meio do Decreto 5626/05, a Lei prevê a inclusão da disciplina de Libras nos currículos.
A língua brasileira de sinais (LIBRAS) é a língua de sinais (língua gestual) usada pela maioria dos surdos dos centros urbanos brasileiros e reconhecida pela Lei. É derivada tanto de uma língua de sinais autóctone quanto da língua gestual francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. A LIBRAS, não é a simples gestualização da língua portuguesa, e sim uma língua à parte, como o comprova o fato de que em Portugal usa-se uma língua de sinais diferente, por exemplo.
Assim como as diversas línguas naturais e humanas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas orais-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais.
“Por tudo isso, estou solicitando do Executivo e da Secretaria da Educação, quantos alunos com deficiência auditiva estão matriculados na rede publica, quais ações são efetivadas para atender suas necessidades, quantos professores especializados temos na área e se contamos com cursos de capacitação para os professores para que os mesmos possam atender a demanda”, enfatizou o vereador.
O requerimento foi enviado e o Vereador José Luiz Garcia do PT aguarda resposta das autoridades responsáveis para continuar debatendo o assunto.
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