
O pesquisador britânico de segurança cibernética Marcus Hutchins se declarou inocente nesta segunda-feira (14) das acusações federais feitas pelos Estados Unidos de que construiu e vendeu código malicioso usado para roubar credenciais bancárias.
Hutchins, de 23 anos, tornou-se famoso do dia para a noite em maio, quando ajudou a desarmar o ataque global do vírus “WannaCry”, que infectou centenas de milhares de computadores e causou interrupções em fábricas, hospitais, lojas e escolas em mais de 150 países.
Ele foi preso no começo de agosto em Las Vegas sob acusação de atividades hackers não relacionadas ao “WannaCry”. Os promotores norte-americanos alegam que ele e outro réu, não identificado, anunciaram, distribuíram e lucraram com o código de um software malicioso conhecido como “Kronos” entre julho de 2014 e 2015.
O caso atraiu grande atenção da comunidade hacker por causa das implicações que pode representar para ciberpesquisadores. Há a preocupação de que a relação, frequentemente tensa, entre os hackers e os agentes da lei pode se deteriorar ainda mais.
Hutchins é um “jovem brilhante e um herói”, disse sua advogada, Marcia Hoffman.
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