Despedir-se de quem se ama é difícil, isto se torna mais dificultoso quando essa pessoa é sua MÃE.
Carlos Drummond de Andrade, em seu poema “Para Sempre”, questiona. “Por que Deus permite que as mães vão-se embora?”.
Na música “Brigar com Deus”, padre Zezinho sintetiza a saga de quem perde um ente querido: “Admito que eu briguei com Deus / porque não respondeu. Quando eu Lhe perguntei por quê; Ele, que tudo sabe, tudo pode, tudo vê, Parece que não viu, nem me escutou lá no hospital”.
Prossegue a canção em desabafo: “Doeu demais e, quando dói do jeito que doeu, A gente chora, grita e urra e põe pra fora aquela dor. E desafia o Criador e quem se mete a defendê-lo. Comigo não foi diferente do que foi com tanta gente, Que perdeu algum amor”.
Ainda no poema de Drummond o poeta declara: “Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho”.
Acrescento que deveria haver o décimo primeiro mandamento. “As nossas mães nunca deveriam morrer”.
Como não existe essa lei proposta por Drummond e nem esse mandamento sugerido por mim, quero dizer bem alto: “Minha mãe/ Valeu pelo carinho e atenção/ Minha mãe/ Valeu do fundo do meu coração/ Pra você o seu maior presente fui eu/ Então saiba que pra mim nós somos iguais/ Pois você é o melhor dos presentes que Deus me deu/ Mãe eu te amo demais” (Balão Mágico – Minha Mãe).
Obrigado Mãe!
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