Quando perdemos o poder de indignação, extirpa-se o nosso bem maior: a ação.
Cada vez mais a violência “saltita” aos nossos olhos e insistimos em não quer vê-la.
Um dia passamos e vemos pessoas fumando um “baseado” na praça e aceitamos como normal.
Outro dia matam sumariamente um jovem num bairro próximo e continuamos “míope”.
Até o dia em tentam matar uma pessoa em frente da sua casa, seu reduto sagrado. Ai você pensa: “Agora vou me indignar”, pois, no portão da minha casa ficou uma poça de sangue da vítima. Mas, mesmo assim, quando chego para dormir de um exaustivo dia de trabalho e reuniões, desvio da poça de sangue, abro o portão, adentro a minha casa e vou dormir como se nada tivesse acontecido. Será que algo não está errado? Não estamos sendo engolidos pelos “desvalores” de uma sociedade extremadamente egoísta.
Partilhei a indignação acima, pois, dias passados, tentaram matar uma pessoa no portão da minha casa. Era próximo às 20 horas, momento em que vizinhos sentam à frente de suas casas, normalmente com crianças, para observar o “movimento”.
Ou a sociedade de bem se indigna, organiza e cobra ou em breve será comum ver corpos pelas ruas das nossas cidades, como se estivéssemos numa guerra em que os derrotados sempre serão os mais honestos e desprotegidos.
Estou indignado, prova disto é que escrevi este artigo – embora isto ainda seja pouco.
E você se indigna e age? Ou se indigna e segue a vida. Lembre-se: quando perdemos o poder de indignação, extirpa-se o nosso bem maior: a ação.
Parabéns Oscar Bressane
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