O treinador nacional falou em uma entrevista coletiva sobre o comportamento de Gavi no campo.
Gavi está com a seleção espanhola para as eliminatórias da Euro 2024 da FIFA. Uma das perguntas mais feitas desde o clássico contra o Barcelona é sobre a atitude do jovem meio-campista no campo. Diante das críticas, Luis De La Fuente veio em sua defesa.
“Ele é um jogador fantástico, em processo de maturação e ainda não vimos a melhor versão do que ele será no futuro”, disse De la Fuente. O treinador espanhol falou com a mídia antes do jogo contra a Escócia.
A estrela de Blaugrana começou contra a Noruega como esquerdista e não teve seu melhor desempenho. Por esta razão, o ex-técnico do U21 destacou sua juventude e o fato de que ele ainda tem muito espaço para melhorar.
“Neste processo, uma das virtudes que ele tem são as seguintes. coragem, genialidade e energia. Com o tempo, ele aprenderá sobre comportamentos que podem não ser benéficos para ele ou para a equipe,
o treinador prometeu.

O meio-campista de 18 anos é um dos maiores talentos do futebol mundial. Aos 17 anos, ele fez sua estreia no Barcelona e na equipe principal de seu país sob o comando de Luis Enrique.
Ele ainda tem um grande espaço para melhorias, não apenas no futebol, mas também com certas atitudes. Isto se reflete em suas ações de jogo, onde ele é culpado de euforia pela bola ou de suas relações com seus adversários.
“Falamos sobre isso e, com o passar do tempo, ele vai ter tudo sob controle. Para mim, me dê Gavi com esse desejo e este impulso, é contagioso para o resto”.
Gavi e sua posição
Uma das questões discutidas por De la Fuente foi a posição de Gavi no campo. Contra a Noruega, ele jogou como um falso jogador, onde Xavi Hernández o usa para o Barcelona.
Sua posição natural é dentro da esquerda, mas ele tem características que lhe permitem brincar na asa. A agressividade, velocidade e inteligência na prensagem torná-lo útil na linha de ataque. Além disso, o garoto ataca bem os espaços.

“Gavi é um jogador muito engenhoso e versátil. Acho que sua posição ideal, e onde ele se sente mais confortável, está por dentro”. Mas o futebol e as circunstâncias o levam a jogar em outras posições”, disse Luis.
Onde falta o talentoso meio-campista é quando é sua vez de criar com a bola. Tanto no Barca quanto na seleção nacional, seu brilho é quando há espaço e ele tem que fechar, mas quando ele tem que pegar o bastão, falta-lhe.
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