Julián Álvarez, atacante da seleção argentina, falou da sensação de ser campeão mundial e de todo o processo pelo qual tiveram que passar para fazer o gol da vitória.
Ele confessou que ainda não “tomou dimensão” do que aconteceu e que tenta aproveitar ao máximo o momento, porque tudo aconteceu muito rápido.
“Não faz tanto tempo e, como tudo acontece tão rápido, você ainda não se dá conta ou não aceita tudo isso. Mas a verdade é que eu tento desfrutar o máximo possível, porque o que vivemos foi uma loucura e é pura história, porque permanecerá para sempre”,
disse o atacante argentino.
Do seu ponto de vista, a situação superou suas expectativas. Tanto em nível pessoal quanto coletivo.
“Ninguém te tira de ser campeão mundial. A quantidade de minutos e o papel de liderança que desempenhei na Copa do Mundo superaram minhas expectativas porque eu ia jogar por trás”,
disse o jogador que surgiu das fileiras de jovens no River Plate.
Lautaro Martínez foi o titular da equipe treinada por Lionel Scaloni, mas El Toro teve problemas físicos que também afetaram seu desempenho. Por isso, La Araña tomou seu lugar e conseguiu desempenhar um papel importante.
Como Julián Álvarez explica seus objetivos contra a Croácia?
O atacante do Manchester City marcou quatro gols na Copa do Mundo, incluindo dois contra a Croácia. Ele falou sobre a gestação de ambos os gols. De acordo com Álvarez, o primeiro foi um pouco de sorte; o outro foi 90% do trabalho de Lionel Messi.
“Quando você leva isso tão longe do gol, você não acha que vai marcar. Continuei até que ele estava ali, com um pouco de sorte, e dentro. Rodri e Nahuel passaram, mas a bola não estava indo tão bem, e eu não vi o passe livre”,
o jogador confessa.

Esse gol fez com que o empate fosse de 2-0. Paz de espírito, muitos pensariam. Mas eles tinham ido para os pênaltis nas quartas de final contra a Holanda, depois de terem avançado pela mesma margem. Nos minutos seguintes, veio o “messias”.
“É 90% de Messi e 10% meu. Só tive que empurrá-lo para dentro. A peça que ele fez foi inacreditável. Uma vez que entrei na caixa, estava apenas esperando que a bola viesse até mim. Ele começou assim, ele começou daquele jeito. Você sempre confia em seu companheiro de equipe, mas ainda mais com ele tendo a bola lá”,
detalhou o jogador nascido em Calchín.

Sua adaptação à Inglaterra criou incerteza para ele
Julián Álvarez também aproveitou a oportunidade para analisar sua situação atual em Manchester. Ele teve que se adaptar a muitas coisas, mas teve a sorte de conhecer seu destino seis meses antes.

“Eu sabia que ele estava chegando seis meses antes. Sempre tento me acostumar e me adaptar o mais rápido possível. A mesma coisa aconteceu comigo quando deixei Calchín para Buenos Aires. O bom é que eu estou com minha família e minha namorada. A vida cotidiana é um pouco mais fácil”,
conclui o jogador de 23 anos.
Ele então confessou o seu segredo: Erling Haaland é um fã do Boca Juniors. Por isso, ele se encarregou de mudá-lo para seu amado. Ele admitiu que será difícil, mas acredita que pode fazer isso.
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